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SENHORES ASSOCIADOS PARTICIPANTES DOS PLANOS DE PREVIDÊNCIA DO BANESPREV, PRINCIPALMENTE PARTICIPANTES DO PLANO II

Quem conta um conto aumenta um ponto…

Na Reunião Extraordinária Conjunta do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal de 23 de janeiro de 2015, a Conselheira Suplente eleita, Diretora do Sindicato e da Afubesp,  fez registrar em ata daquela reunião e requereu ao Presidente do Conselho Deliberativo, também Presidente da Comissão de Ética do Banesprev, providências disciplinares por quebra de ética,  o nosso Conselheiro Deliberativo Titular eleito, Júlio Higashino, em face de o referido Conselheiro ter publicado um artigo no Afabesp Notícias, ano 20, edição 211, nas páginas 3,4 e 5, sob o título “ Porque o Plano II do Banesprev não está deficitário” .

A referida Conselheira Suplente citou como quebra da ética a utilização do termo “ premissas falsas”, “trabalho sem embasamento técnico” e “ efeitos causados pela publicação” às quais acusações, esclarecemos:

Resposta:  Na disciplina Filosofia- Seção da Lógica, assim como na Previdência, as Premissas são silogismos nos quais 2( dois) ou mais princípios assumidos levam, com base neles, à uma CONCLUSÃO. Premissas falsas são, portanto, dados incorretos, irreais ou errados, nada denotando quaisquer tipos de ofensas de quaisquer espécies, apenas entendimentos técnicos.

Quanto ao “ sem embasamento técnico”, esclarecemos:

O artigo de nosso Conselheiro eleito, com apoio da Afabesp, Afabans e Sinfab, baseou-se no mais profundo estudo técnico admissível pela própria Previc, ou seja, os estudos atuarias elaborados pela Towers Watson que apontaram taxa média real de juros de seus ativos em 7,78% ao ano, estudos esses utilizados pelo Banesprev para solicitar à Previc a autorização do cálculo do Passivo Atuarial do Plano II com a utilização da taxa de 6% ao ano sobre os dados de 2013 que apuraram a redução do déficit de quase R$ 150 milhões do Plano II somente ao trocar a taxa de 5,75% ao ano, taxa regulamentar, pela de 6% ao ano, admitida pela própria Previc.

No tocante a “ efeitos causados pela publicação” esclarecemos:

Esperava-se total e irrestrito apoio à tese, principalmente, pelos componentes titulares eleitos do Comitê Gestor do Plano II, levantada no referido artigo, visto que a utilização da taxa de 7,78%, constante dos estudos atuariais e na Nota Técnica da Towers Watson , possibilitaria a extinção do déficit do Plano II e, como conseqüência, a suspensão a cobrança do custeio extraordinário.

Quanto aos demais itens, abaixo relacionados, também esclarecemos:

1)- O fato gerou uma falsa expectativa aos participantes do Plano II que passaram a acreditar que o plano não é deficitário e que estão pagando indevidamente a contribuição extraordinária, colocando em risco a solvência do Plano II.

Resposta: Não vemos risco algum de solvência do Plano II, uma vez que os estudos atuariais elaborados pela Towers Watson mostraram que os ativos e seus rendimentos que lastreiam as obrigações do Plano II são suficientes para o pagamento dos benefícios até o último beneficiário.

2) Colocou em dúvida a conduta e gestão dos diretores

Resposta: Não há menção no artigo a conduta e gestão dos diretores, mas, somente, a preocupação de solucionar os problemas que afligem os participantes do Plano II que vem pagando com dificuldades financeiras o custeio extraordinário, inexistente sob a ótica da Resolução 15 do CNPC.

3) Colocou em xeque o órgão fiscalizador, Previc.

Resposta: Os Conselheiros Deliberativos Titulares eleitos, Júlio Higashino e o Conselheiro Fiscal Titular eleito, Claudanir Reggiane, têm, no exercício de suas funções atribuídas pelo Estatuto do Banesprev, feito manifestações junto à Previc, com base nos relatórios de fiscalização, a existência de conflito de interesses do Patrocinador junto ao Banesprev, resultando, provalvelmente, na exigência do órgão fiscalizador obrigar o Banesprev fazer a alteração estatutária para retirar dos textos, itens que poderiam significar interferência do Patrocinador na gestão da Entidade.

4)- Afrontou o Conselho Nacional de Previdência Complementar- CNPC ( órgão responsável pela emissão das resoluções) ao afirmar que a legislação é equivocada.

Resposta: Ao contrário, o artigo enaltece o CNPC-Conselho Nacional de Previdência Complementar pela edição das Resoluções n. 15 e 16 estabelecendo novos parâmetros de precificação do passivo frente à taxa de juros real de seus ativos.

5) Colocou em dúvida a credibilidade do atuário e seus estudos, ainda que os mesmos tenham sido validados por uma segunda opinião e por uma auditoria externa.

Resposta: Ao contrário, o articulista, economista e Conselheiro Deliberativo Titular eleito, Júlio Higashino, com total apoio de Yoshimi Onishi, também Conselheiro Deliberativo Titular eleito, conforme manifestação registrada em ata, BASEOU UNICAMENTE NAS CONCLUSÕES DO ATUÁRIO do Banesprev, para elaborar o artigo no Afabesp Notícias tão violentamente criticado.

Quanto a  Essa postura irresponsável do conselheiro eleito é inaceitável, portanto cabe à entidade, através do presidente do Conselho Deliberativo, que também é presidente do Comitê de Ética, tomar as devidas providências…”

Resposta: No primeiro parágrafo do item 4. do Código de Ética consta: – Exemplos de conduta esperada e compatível com os valores da Entidade e a busca por resultados.

– Empregar, no exercício das suas funções, o cuidado e o zelo necessários para atingir padrões de excelência de conduta que demonstrem o comprometimento com os compromissos assumidos perante os Participantes (grifos nossos) Patrocinadores e o Banesprev.

Esse comprometimento com os compromissos assumidos perante os Participantes, cujos direitos nem sempre estão alinhados com os interesses do Patrocinador, é que levam os eleitos, apoiados pela Afabesp, Afabans, Sinfab e Abesprev, apresentar alternativas para solucionar os problemas que afligem os participantes de todos os planos, principalmente, os dos planos contributivos, como o Plano II.

O Art. 4º do Estatuto da Afabesp: A Afabesp tem por objetivos:

Inciso I – Congregar seus associados e familiares, promovendo iniciativas de cunho social, recreativo, cultural, turístico, artístico, esportivo, lazer e outros serviços;

Inciso II – Representar em juízo ou fora dele, os interesses de seus associados junto aos sucessores do antigo Banco do Estado de São Paulo, Empresas e Entidades a eles vinculadas, bem como junto às Entidades Previdenciárias, Poderes Públicos em Geral, Empresas Públicas ou Privadas e Pessoas Físicas, podendo, inclusive, substituir processualmente os associados em questões judiciais ou administrativas.

Portanto, com a privatização do nosso querido Banespa, restaram-nos a CABESP e o BANESPREV, razão porque a AFABESP busca abrigar na sua Associação todos os ex-banespianos aposentados e ainda na ativa( futuros aposentados) para de uma forma mais forte DEFENDER os direitos de TODOS os Beneficiários da Cabesp e Participantes de todos os Planos administrados pelo Banesprev.

NESSAS ELEIÇÕES BANESPREV VOTE EM COLEGAS VERDADEIRAMENTE COMPROMETIDOS COM OS NOSSOS INTERESSES

Para Conselho Deliberativo ( vote em 2 )

Júlio Higashino

Yoshimi Onishi

Para Comitê Gestor do Plano II ( vote em 3 ) somente para participantes do Plano II

Sergio Ricardo Matheus

Ricardo Mitsouka

Dijalma Alves Carvalho.

AFABESP-DIRETORIA







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